2 comentários em “Oliver Sacks e o efeito da música em pacientes com Parkinson”

  1. Você não pode imaginar o quanto esse seu post me tocou. Meu pai sofreu do Mal de Parkinson dos 25 aos 63 anos, quando faleceu em decorrência do efeito degenerativo do doença. O piano me leva direto à minha infância. Horas e horas e horas. Ainda sinto o cheiro da madeira, o tato das teclas, a penumbra do conservatório, mesmo sem chegar perto de um instrumento há quase vinte anos. Oliver Sacks é maravilhoso.
    Tudo isso em um só post, foi demais para mim.

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